Ensino HandsOn

Bandtec e seu programa de bolsa são notícia no Valor Econômico

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Arquitetura de Tecnologia da Informação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, bolsa de estudos, TI

O programa de bolsas de estudo e estágio garantido da Bandtec Digital School saiu no valor Econômico.


Na reportagem eles comentam sobre a reestruturação da faculdade, a mudança para o novo prédio de 11 andares na região da Av. Paulista e principalmente sobre o Geração Futura, programa que dará bolsas de estudo a todos os alunos e estágio garantido para os 75% melhores alunos em grandes empresas como Stefanini, Logicalis, TIVIT e na propria Bandtec atuando em seus projetos de TI.

Confira o que saiu entrando no link http://www.valor.com.br/empresas/5040580/bandtec-faz-parceria-com-empresas-de-ti

Digital Building prédio da Bandtec Digital School

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NO FUTURO AS FACULDADES DESAPARECERÃO ... OU NÃO? (Por Alessandro Goulart)

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: BandTec, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ensino

Em Janeiro de 2016 assumi a Faculdade Bandeirantes de Tecnologia – BandTec - e desde então, tenho ouvido que as faculdades não terão sentido nos próximos anos, especialmente as que formam profissionais de tecnologia.

E as justificativas são muito fortes: os nativos digitais irão buscar outras formas de educação uma vez que o que se aprende em mais de 3.000 horas em sala de aula (o tempo médio de um curso de bacharelado) é muito pouco aproveitado. Muito tempo desperdiçado. Muito dinheiro investido. E o aprendizado efetivo é baixíssimo. 

Após todo esse investimento, são as empresas – ou o mercado - que acabam dando a real formação para a maior parte dos profissionais. E são essas verdades que reforçam a afirmação dos que defendem o fim das faculdades. 

Eu não concordo com isso.

AS FACULDADES NÃO DESAPARECERÃO, MAS CONCORDO QUE MUITA COISA PRECISA MUDAR.

É mandatório as faculdades se unirem às empresas, uma união quase simbiótica. Não estou falando de patrocínios de salas e laboratórios, participação em conselhos consultivos ou mesmo troca de experiências, tudo isso é bom; mas estou falando de commitment. Estou falando de caminharem juntas – empresas e academia. Estou falando de se comprometerem juntas pelo real aprendizado dos futuros profissionais.

Se queremos levar o Brasil a um patamar mais alto não podemos jogar tanto tempo e dinheiro fora dando em sala de aula, durante milhares de horas, o que não será utilizado pelo profissional.As empresas precisam direcionar o ensino das faculdades e não o contrário. É o mercado que deve apontar o que precisa ser ensinado e até mesmo como se ensinar. As instituições de ensino, em sua maioria, precisam descer de sua vaidade e entender que só tem sentido ensinar o que o mercado quer comprar.

Por outro lado, em vez de as empresas investirem tanto tempo e dinheiro no recrutamento, seleção e formação dos profissionais quando eles já jogaram fora anos de suas vidas, devem se aproximar verdadeiramente das faculdades, acompanhando os futuros profissionais durante o processo de formação, o que permitirá não apenas direcionar a formação do mesmo, mas terem também o mais eficaz processo de seleção. 

POR ÚLTIMO: AS FACULDADES NÃO PODEM DESPARECER.

Pois apesar de ser possível obter a formação técnica de várias outras maneiras – inclusive com cursos a distância - um grande profissional precisa de uma formação integral. A formação socioemocional, mais do que nunca, é mandatória em nosso mundo atual para que promessas de talento não se tornem apenas promessas.E as faculdades podem e devem ser um dos principais instrumentos na formação socioemocional dessa geração digital tão conectada com o mundo e tão desconectada de suas próprias emoções.

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Professor e Aluno da Bandtec Digital School fazem palestra de Introdução à Kotlin, a nova linguagem oficial para Android na Virada Tecnológica

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Carreira de TI, Arquitetura de Tecnologia da Informação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas

O aluno Pedro Henrique Barreto e o Prof. José Yoshiriro ambos do curso de ADS, Análise e desenvolvimento de sistemas da faculdade Bandtec Digital School,vão ministrar uma palestra na virada tecnologia que acontece no dia 02 de julho. Na palestra serão apresentadas as facilidades que a linguagem traz para realizar tarefas comuns no desenvolvimento de sistemas e como ela pode ser usada para criar uma aplicação para a plataforma Android. A Bandtec se orgulha desta iniciativa e convida todos a participarem do evento.

Quando e onde: 02 de julho, as 15h30, na PUC da Consolação

Site do evento: http://www.viradatecnologica.com.br
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Quer atuar em TI? BandTec Digital School oferece bolsa e estágio

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Análise e Desenvolvimento de Sistemas, bolsa, emprego

segue abaixo o conteudo da reportagem que saiu no IT Forum 365.

(http://www.itforum365.com.br/voce-informa/bandtec-digital-school-oferece-bolsa-e-estagio-garantido)

São 60 vagas para o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas – CODING

Estão abertas as inscrições para o vestibular da BandTec Digital School, fundada pelo tradicional Colégio Bandeirantes, de São Paulo. São 60 vagas para o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas – CODING. Todos os aprovados terão bolsa integral durante o primeiro semestre. E os 40 melhores alunos no período ganharão estágio remunerado como programadores já a partir do segundo semestre, em grandes empresas da área de tecnologia.

As inscrições se encerram no dia 25 de junho. Os 200 candidatos com melhores notas na primeira etapa, que consiste em uma prova objetiva, serão convocados para uma segunda etapa onde serão avaliados em redação e análise comportamental. Os interessados podem se inscrever pelo site www.digitalschool.com.br. Além da ficha de cadastro, está disponível o Manual do Candidato, com dicas e informações a respeito do exame e da instituição.

De acordo com a Diretora da Digital School, Vera Goulart, o curso formará excelentes programadores, adequados às necessidades específicas das empresas parceiras. “Nosso objetivo, com o projeto Geração Futura, é aproximar a escola do mercado de trabalho. Queremos oferecer um estagiário altamente qualificado, diminuindo a curva de aprendizagem e eliminando a necessidade de formação pela empresa no período de estágio. A formação será oferecida pela faculdade, mas durante o curso e desde o início, a realidade empresarial fará parte da formação do aluno”, diz a diretora. “Para isso, as empresas participarão ativamente desse processo, fazendo com que o aprendizado seja efetivo e adequado às demandas do mercado de trabalho”.

O curso Análise e Desenvolvimento de Sistemas – CODING tem duração de dois anos e o aluno pode iniciar seu estágio logo depois de concluir o primeiro semestre. Vera conta que a seleção dos alunos para as vagas de estágio será feita de acordo com o perfil do candidato e a cultura da empresa parceira. “O melhor aluno não é aquele que tira nota 10 em tudo, mas aquele que é o melhor para cada empresa”, afirma. O estágio é remunerado e vale por pelo menos um ano, com o valor sendo reajustado a cada seis meses.

A parceria entre a BandTec e diversas empresas também permite assegurar que o primeiro semestre seja integralmente patrocinado para todos os aprovados. “O aluno não vai pagar nada no primeiro semestre. Passa a pagar a mensalidade somente a partir do segundo semestre, quando os 40 melhores alunos já terão estágio remunerado de um ano”, diz a diretora. No primeiro semestre de curso, o aluno terá aulas de Algorítimo, Arquitetura Computacional, Tecnologia da Informação e Sistemas Operacionais. No segundo semestre, Engenharia de Software, Análise de Sistemas, Linguagem de Programação e Banco de Dados. No semestre seguinte irá aprender Estrutura de Dados e Armazenamento, Programação Web e Computação em Nuvem. E, no último semestre, Geração de Projetos, Desenvolvimento de APP, Sistemas Distribuídos e Designe de Interface. Ao término do quarto semestre, o aluno estará formado em programação Front end e Back end – Fullstack.

Vera Goulart explica que outro diferencial da Digital School sobre cursos tradicionais é que a faculdade trabalha também o lado socioemocional dos alunos. “Não basta apenas o conhecimento técnico, é preciso saber como se comportar num ambiente corporativo. Habilidades como liderança, trabalho em grupo e disciplina são aspectos importantes para o desenvolvimento de um bom trabalho”, completa.

“Em um mercado em que as oportunidades de trabalho não param de surgir, enquanto o desemprego continua sendo um dos principais problemas do país, essa é sem dúvida uma excelente oportunidade para os alunos que querem aprender a programar e se inserir no mercado de trabalho com mais perspectiva de crescimento nos próximos anos – o do mundo digital”, sintetiza Vera Goulart.

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Faculdade BandTec oferece curso de graduação altamente focado em programação

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: BandTec, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Graduação

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Levando em consideração as novas tendências e demandas do mercado de TI, a Faculdade BandTec reformulou o seu curso de graduação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, agora com uma matriz curricular altamente focada em programação.

Atualmente, grande parte dos alunos que se formam em cursos de tecnologia têm um choque ao ingressar no mercado de trabalho, uma vez que percebem a enorme defasagem entre o que é ensinado na universidade e o que realmente é cobrado no mundo empresarial.

Isto faz com que os estudantes tenham de recorrer a cursos extracurriculares e treinamentos específicos que complementem seus conhecimentos, para então tornarem-se aptos a ocupar posições mais altas no mercado de trabalho.

Em contrapartida a BandTec, faculdade de tecnologia do Colégio Bandeirantes, uma das instituições de ensino mais respeitadas de São Paulo, reformulou o seu curso de graduação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (agora com o prefixo “Coding” em sua nomenclatura), utilizando uma matriz curricular altamente focada em programação e nas principais tecnologias do mercado.

O curso, que tem mais de 70% de aulas práticas, explora as últimas tendências em TI, como Internet das Coisas (IoT), Design Thinking, User Experience (UX), Cloud Computing e Desenvolvimento de Apps para dispositivos móveis e ambientes web.

Assim, por conta da metodologia prática, um dos principais diferenciais da BandTec, os alunos saem realmente preparados para o mercado de trabalho, uma vez que constroem uma sólida base que alia teoria e prática. Se interessou? Aproveite e faça sua inscrição para o Vestibular 2017.

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Você sabe o que um profissional de ADS faz?

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Carreira de TI, Análise e Desenvolvimento de Sistemas

O mercado de trabalho de TI, em consistente expansão, tem buscado profissionais qualificados e bem preparados para o desenvolvimento de sistemas. Neste cenário, a carreira do profissional de Análise e Desenvolvimento de Sistemas tem sido potencializada, o analista ocupa um papel importante e espaço em qualquer segmento de mercado. Sua atuação abrange múltiplos modelos de negócio, incluindo aqueles que demandam tanto a computação tradicional quanto a computação embarcada que está oculta em diversos dispositivos, presentes em veículos terrestres, aeronaves, máquinas e sensores; elementos que já começam a fazer parte da emergente Internet of Things.

Ele planeja e pode desenvolver aplicações para tomada de decisão, automação e controle de processos, além de sistemas especialistas e embarcados. E não apenas as empresas de TI precisam dos seus serviços, mas todas aquelas que contam com soluções computacionais para suportar suas atividades. Um pequeno comércio, uma grande indústria ou um banco são alguns exemplos de geradores de demanda para analistas.

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Sua função é importante no desenvolvimento de soluções de integração, principalmente no cenário atual em que empresas têm buscado novos negócios, mediante aquisições ou parcerias. Em muitos casos são negócios globalizados, envolvendo aspectos legais e culturas diversificadas, exigindo do profissional a capacidade de dominar outros idiomas, superar limites e entender como adaptar os sistemas para atender a tal diversificação. São múltiplas plataformas, diferentes sistemas operacionais e variadas linguagens de programação, sendo frequente o uso de infraestrutura geograficamente dispersa ou contratada de terceiros.

Esse profissional moderno precisa conhecer bem a tecnologia e acompanhar sua inovação, ter boa noção de projetos e trabalhar usando metodologias que proporcionem padrões adequados de qualidade. Isso significa ser capaz de conceber uma solução aderente aos requisitos e identificar as oportunidades para o seu uso, mediante a familiaridade com diversos modelos de negócios e suas peculiaridades.

O analista e desenvolvedor de sistemas não é apenas um programador. Suas funções passam por conceber, desenvolver e manter sistemas a partir da coleta e interpretação de informações. Entre essas várias funções as empresas esperam que ele também possa identificar e corrigir falhas funcionais ou de desempenho, alinhando as aplicações com os requisitos de negócio, visando sistemas que sustentem seu planejamento estratégico.

A sua importância aumenta muito quando suas posturas, capacidade de comunicação, incluindo outras línguas, e metodologia de trabalho, produzem soluções computacionais completas, seguras, inovadoras e duradouras. Dentro das empresas, é um agente fundamental na transformação do problema de negócio em solução computacional.

Outra atribuição desse profissional, com grande evidência atualmente, é estar atento aos princípios de ética e responsabilidade de cada corporação, vinculados ao sistema legal ao qual está sujeita. Cada aplicação deve ser concebida e implementada levando em consideração tais princípios, de maneira incondicional. Destaca-se que o analista de hoje tem participação efetiva na manutenção dos processos de governança corporativa.

Em qualquer área de uma organização, a Tecnologia da Informação pode não resolver todos os problemas, mas é instrumento indispensável, uma poderosa ferramenta para facilitar sua solução. Dessa forma, um analista que tenha conhecimentos complementares nas áreas de gestão de projetos e metodologias de trabalho, dominando e usando eficientemente esse instrumento, torna-se um agente essencial para o sucesso dos projetos nas empresas.

O grande desafio do analista moderno não se limita apenas em implementar e manter as melhores soluções tecnológicas, mas sim em participar como elemento ativo do processo de mudança motivado pelo planejamento estratégico de uma empresa.

As inscrições para o vestibular do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas estão abertas. Aproveite e inscreva-se!

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Crime cibernético - O delinquente virtual bate à porta

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Segurança Cibernética, Arquitetura de Tecnologia da Informação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Redes de Computadores

A cada segundo, 18 pessoas ao redor do mundo são vítimas de algum tipo de crime pela internet, totalizando 1,5 milhões de casos todos os dias, com prejuízos que podem chegar à casa dos bilhões de dólares. São delitos que vão de ameaças, difamação, injúrias e calúnias a roubo de dados pessoais, estelionato e fraudes financeiras. Apesar disso, poucos países dispõem de legislação específica para combater e punir os chamados crimes cibernéticos. No caso do Brasil, grandemente afetado, só no fim do ano passado o governo federal promulgou duas leis relativas a esse tipo de delito, a 12.737 – a chamada Lei Carolina Dieckman – e a 12.735, ambas de 30 de novembro, que tipificam as condutas praticadas contra ou por meio dos sistemas de informática.

Dados sobre a criminalidade cibernética não faltam. O “Norton Cybercrime Report”, realizado todos os anos pela Symantec, uma das líderes mundiais no fornecimento de soluções de segurança para sistemas de informática, é um dos estudos mais importantes do mundo sobre o assunto. O levantamento com data de 2012, por exemplo, colheu relatos pessoais de mais de 13.018 adultos, entre 18 e 64 anos, de 24 países. É desse trabalho que retiramos os dados que abrem esta reportagem.

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O levantamento traz, no entanto, muitas outras informações. Uma delas, por exemplo, é que cada vítima perde, em média, US$ 197, o que faz com que essa modalidade criminosa seja mais onerosa que as necessidades semanais de alimentos de uma família de quatro pessoas. No total, os custos globais do crime cibernético chegam a US$ 110 bilhões anuais. No Brasil, estima-se que, só no ano passado, mais de 28 milhões de pessoas tenham sido vítimas dessa ação delituosa.

Além do “Norton Cybercrime Report”, a Symantec executa um outro levantamento, o “Internet Security Threat Report”, ou “Relatório sobre Ameaças à Segurança na Internet”, traçado a partir de dados de uma rede que monitora a ocorrência de ataques em mais de 200 países e territórios, por meio de uma combinação de produtos e serviços da empresa, bem como fontes de informações de terceiros. “A última edição do relatório, lançada em 2012, mostra que o número de delitos desse tipo cresceu 36% em 2011 em relação a 2010”, relata André Carrareto, estrategista em segurança da Symantec para o Brasil. “Foram 4.597 por dia na rede analisada por nós.”

O Brasil, dizem, é o quarto maior do mundo no quesito “Fonte de Atividade Maliciosa”, atrás dos Estados Unidos, China e Índia. “Na América Latina, o país é seguido, no ranking, por Argentina, Colômbia, México e Chile”, destaca Carrareto. “Em um ano, a Symantec bloqueou 5,5 bilhões de ataques, um aumento de 81% em relação a 2010. No mesmo período, detectamos 403 milhões de variantes exclusivas de malware (programas maliciosos, como vírus ou cavalos de troia, instalados de forma ilícita e que põem o computador em risco), um crescimento de 41% em relação a 2010.”

 

Perdas bilionárias

No Brasil, um dos principais levantamentos sobre crime cibernético é realizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). No entanto, ele só cobre os delitos praticados contra os próprios bancos e seus clientes. Sua mais recente edição, divulgada em novembro passado, estima que as perdas das instituições bancárias nacionais devido a esse tipo de crime tenham alcançado no decorrer de 2012 a soma de R$ 1,4 bilhão. Segundo César Faustino, coordenador da Subcomissão de Prevenção a Fraudes Eletrônicas da entidade, esse valor é 6,7% menor que o aferido em 2011, quando os prejuízos causados por golpes em canais eletrônicos de atendimento ao cliente (telefone, internet, mobile banking, caixas eletrônicos, cartões de crédito e de débito) atingiram R$ 1,5 bilhão. “Cabe lembrar que o volume, embora expressivo, representa menos de 0,007% das transações bancárias”, esclarece a Febraban por meio de sua assessoria de imprensa.

O professor Sandro Melo, coordenador do curso de redes de computadores da BandTec, faculdade de tecnologia da informação do Colégio Bandeirantes, em São Paulo, tem outros dados, todos fornecidos pelo Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil, mantido pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), do Comitê Gestor da Internet no Brasil. “Em 2011, fechamos o ano com 399.515 incidentes, sendo 12,64% fraudes e, na maioria, delitos com o objetivo de ganhos financeiros”, diz. “Já em 2012, esse número ficou em 356.946 incidentes relatados, dos quais 11,5% foram catalogados como fraudes.”

Além de levantar dados e números, esses estudos, tanto os realizados por empresas globais como os elaborados no Brasil, também servem para apontar tendências e sinalizar para onde os criminosos cibernéticos estão voltando suas atenções e dirigindo seus ataques. O mais recente “Symantec Intelligence Report”, por exemplo, mostrou que, ao contrário do que se imagina, a principal informação procurada pelos delinquentes virtuais é o nome próprio da vítima e não suas senhas pessoais (que ficaram em segundo lugar) ou as informações financeiras (em nono).

Segundo Carrareto, isso está acontecendo porque grande parte dos serviços online tem estabelecido um maior número de restrições de segurança. “Então, os criminosos se apropriam das informações pessoais – nome e data de nascimento, por exemplo – como brecha inicial para confirmar outros dados e, assim, obter algum tipo de vantagem, seja ela financeira ou de outro tipo (tais como propagar calúnias pelas redes sociais)”, explica.

O levantamento da Febraban também confirmou mudanças na atuação dos fraudadores. Uma das estratégias típicas dos golpistas, o envio de trojans (“cavalos de troia”) que se instalam no computador do usuário e são usados para o roubo de dados pessoais, está perdendo espaço na preferência dos malfeitores. Eles estariam optando pelo phishing (uso de mensagens instantâneas, por e-mail ou SMS, que visam roubar dados da vítima) e pelo pharming (direcionamento para páginas falsas na internet, que simulam os sites oficiais de empresas ou bancos e extraem informações do usuário.)

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Fonte

Trecho retirado da  revista Problemas Brasileiros – Portal SESCSP

Confira o artigo completo aqui.

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Frameworks na sala de aula: usá-los ou não?

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Graduação

Qualidade, velocidade de desenvolvimento, segurança, manutenibilidade e reutilização de código são alguns dos motivos que, com o passar do tempo, têm justificado o uso cada vez mais difundido de bibliotecas de código prontas e frameworks.

Se o assunto for desenvolvimento Web com JavaScript, então… Existem dezenas de frameworks e bibliotecas poderosas, conhecidas e amplamente utilizadas no mercado, como jQuery, MooTools, Prototype e por aí vai!

Por já conhecer bem esse cenário, no dia em que me foi pedido que ministrasse a disciplina de Programação Web na Faculdade BandTec, quase quatro anos atrás, percebi que teria uma tomada de decisão bastante complicada diante de mim, capaz de me assombrar para sempre: utilizar ou não esse tipo de framework em sala de aula?

Polêmica! É a melhor definição, pelo menos do ponto de vista de alguns alunos já mais experientes, para descrever minha decisão: não utilizar frameworks JavaScript nessa disciplina!!!

Isso não foi decidido de um dia para o outro… Ponderei e meditei muito até conseguir bater o martelo dentro da minha mente.

Contudo, só um ano depois percebi que, na verdade, não estava buscando a resposta com toda aquela meditação, mas sim, juntando forças para defender um conceito que sempre me guiou, desde a época de aluno: saber o porquê das coisas!

A disciplina de Programação Web tem 80 horas-aula, das quais – descontadas as horas de atividades em sala – menos do que isso é efetivamente utilizado para passar aos alunos conceitos como HTML, CSS, JavaScript, programação de páginas do lado do servidor (ASP.Net) e AJAX.

Considerando aqueles alunos que iniciam a disciplina sem nunca ter criado ao menos um parágrafo em HTML – que são a grande maioria -, o tempo é o suficiente, mas para atingir o objetivo proposto certamente requer bastante esforço por parte deles.

Mas ainda assim eu penso: será que vale a pena “enfiar goela abaixo” dos alunos montes de comandos prontos utilizando jQuery e esconder deles a verdade?

A verdade… Verdades tais como que aqueles conjuntos intermináveis de { } não pertencem à “linguagem jQuery” (como já ouvi de alunos), mas sim, fazem parte da linguagem JavaScript, uma linguagem funcional poderosíssima, capaz de criar objetos inline, e que trata funções como objetos de primeira classe.

Sei que em uma empresa os alunos possivelmente terão que utilizar algum tipo de framework, e aliás, não sou contra eles, de forma alguma. Mas optei por utilizar o tempo que tenho com eles em sala de aula para lhes ensinar as bases da linguagem JavaScript, como por exemplo, o que vem a ser um Closure (conceito desconhecido até mesmo por vários alunos experientes) e como utilizá-lo corretamente.

Prezo a ideia de que, sabendo como uma linguagem funciona – qualquer uma! – não existirá limites para a quantidade de frameworks daquela linguagem que os alunos serão capazes de compreender. Ou, quem sabe, capazes de criar seus próprios frameworks!

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What do they do with my data?

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Análise e Desenvolvimento de Sistemas

By Renata Rodrigues de Mesquita,

4thSemester – System Analysis and Development

 If you are a gmail user you have probably noticed that since the beginning of this year they have been notifying the users about changes on privacy policy. But is this any of my business? Does it really affect me?

Well, yes and yes. This is our business and this affects us. This affects the way we surf the web. Actually, it affects privacy. Our data privacy, our information.

This article is about privacy policies on the web. Web is changing, and changing fast. Every day, there are more users with different interests. More and more websites providing a huge number of services, as Google does. They provide several services, such as email account, the useful maps and of course the search engine, just to point a few services. With their new policy they are going to consolidate data from their different services.   So, all their services will collect and put together information about the users, such as the sites they visit, what kind of words they use and so on. That data collection, they claim, will help them to provide better services.

If we think about services on the web, it’s obviously that some of them need to collect and keep some data. For example, let’s imagine I am thinking about buying a book. Amazon, Livraria Cultura, Saraiva and so on must know my name, my address, my credit card number- if I want to pay them that way… Otherwise they can’t deliver the product; they can’t provide me with the service.

I may also think about the cookies. They are used by several websites because if you visit those sites very often they can be loaded faster. This technical tool was conceived to improve website performance. But they also can be used to track where the visitors of a certain website are.. It’s the kind of information you don’t provide voluntarily. It’s just something they can collect and use later. Some websites keep records of  what you click on, what kind of books you see. Like that, they can build up a profile and offer you customized services.

Social media might request some data for a number of reasons. It allows other users to find you. And this is good, I think. The more information you provide, the easier is for your kindergarten classmate to finally find you.  Here we have two situations:  one in which you provide the information you want the way you want. Situation two; they just pick up the information you leave behind  and you don’t  even know about it. That’s when the privacy policies are important. They rule how and what information the companies can retain.  And it doesn’t matter whether you provided them voluntarily or not. The rules can be checked at any moment on those privacy policy statements we see here and there. These statements also establish what kind of data they can – yes – redistribute. Some people consider the data very important. They can be used to launch a new product, or to decide the best site to reach a certain public.

But the point is: what are they going to do with that? Is it important? Well, that’s where the debates start. Do I need privacy? Well, if I am buying a technical book about things I work with, it’s nice that they have my profile and email me with the latest book on that area. On the other hand if I am looking for something that I don’t want to people to know about it, I might not like the fact that my data is kept.

What is public and what is private? What information about me is my property? What must be public? Can someone use it against me? These are the questions we all should think about. Thus, we may find the best balance between the public and the private on the web.

If you would like to know more about privacy policies have a look at these sites. The first two sites are articles about Google’s changes. The last one is about Facebook.

http://www.itnews.com/privacy/42888/google-launches-privacy-plan-amid-protests
http://www.computerworld.com/s/article/9223852/In_letter_to_Congress_Google_defends_privacy_changes_
http://www.readwriteweb.com/archives/facebooks_zuckerberg_says_the_age_of_privacy_is_ov.php

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Segundo pesquisa, profissionais qualificados estão em falta no setor de TI

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Carreira de TI, Notícias, Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Um levantamento feito pela revista Exame apontou que no Brasil há uma carência de mais de 70 mil profissionais no ramo da Tecnologia da Informação. Para os especialistas, essa escassez é motivada pela falta de mão de obra qualificada.

Por Marcos Santana

De acordo com a empresa de recrutamento Fesa, em 2010, a busca por profissionais de TI aumentou 110% em relação ao ano anterior. A pesquisa, feita pela IBM, confirma a escassez de profissionais capacitados na área de TI. O estudo revela que 50% dos CEOs brasileiros sentem falta de mão de obra qualificada.

Para Andreza Grillo, proprietária da Par Consultoria, agência de Recursos Humanos focada na área de TI, a qualificação é o ponto chave para mudar o atual cenário. ?O problema é que ao verificar o perfil dos candidatos, poucos têm compatibilidade com os critérios exigidos para a vaga. Constatamos um número bem reduzido dos que possuem a qualificação requerida para o setor de TI?, comenta.

Confira abaixo os dados do levantamento feito pela revista Exame:

Analista de sistemas:
Quantos são necessários: 241 mil
Quantos são atualmente: 211 mil
Quantos faltam: 30 mil
Remuneração média inicial: R$ 3.300

Técnico de desenvolvimento de sistemas:
Quantos são necessários: 63 mil
Quantos são atualmente: 58 mil
Quantos faltam: 5.000
Remuneração média inicial: R$ 1.500

Gerente de TI:
Quantos são necessários: 26 mil
Quantos são atualmente: 22 mil
Quantos faltam: 4.000
Remuneração média inicial: R$ 5.000

Administrador de banco de dados:
Quantos são necessários: 21,5 mil
Quantos são atualmente: 17,5 mil
Quantos faltam: 4.000
Remuneração média inicial: R$ 2.000

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Fonte: CM Consultoria

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