Ensino HandsOn

Bandtec e seu programa de bolsa são notícia no Valor Econômico

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Arquitetura de Tecnologia da Informação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, bolsa de estudos, TI

O programa de bolsas de estudo e estágio garantido da Bandtec Digital School saiu no valor Econômico.


Na reportagem eles comentam sobre a reestruturação da faculdade, a mudança para o novo prédio de 11 andares na região da Av. Paulista e principalmente sobre o Geração Futura, programa que dará bolsas de estudo a todos os alunos e estágio garantido para os 75% melhores alunos em grandes empresas como Stefanini, Logicalis, TIVIT e na propria Bandtec atuando em seus projetos de TI.

Confira o que saiu entrando no link http://www.valor.com.br/empresas/5040580/bandtec-faz-parceria-com-empresas-de-ti

Digital Building prédio da Bandtec Digital School

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Professor e Aluno da Bandtec Digital School fazem palestra de Introdução à Kotlin, a nova linguagem oficial para Android na Virada Tecnológica

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Carreira de TI, Arquitetura de Tecnologia da Informação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas

O aluno Pedro Henrique Barreto e o Prof. José Yoshiriro ambos do curso de ADS, Análise e desenvolvimento de sistemas da faculdade Bandtec Digital School,vão ministrar uma palestra na virada tecnologia que acontece no dia 02 de julho. Na palestra serão apresentadas as facilidades que a linguagem traz para realizar tarefas comuns no desenvolvimento de sistemas e como ela pode ser usada para criar uma aplicação para a plataforma Android. A Bandtec se orgulha desta iniciativa e convida todos a participarem do evento.

Quando e onde: 02 de julho, as 15h30, na PUC da Consolação

Site do evento: http://www.viradatecnologica.com.br
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Crime cibernético - O delinquente virtual bate à porta

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Segurança Cibernética, Arquitetura de Tecnologia da Informação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Redes de Computadores

A cada segundo, 18 pessoas ao redor do mundo são vítimas de algum tipo de crime pela internet, totalizando 1,5 milhões de casos todos os dias, com prejuízos que podem chegar à casa dos bilhões de dólares. São delitos que vão de ameaças, difamação, injúrias e calúnias a roubo de dados pessoais, estelionato e fraudes financeiras. Apesar disso, poucos países dispõem de legislação específica para combater e punir os chamados crimes cibernéticos. No caso do Brasil, grandemente afetado, só no fim do ano passado o governo federal promulgou duas leis relativas a esse tipo de delito, a 12.737 – a chamada Lei Carolina Dieckman – e a 12.735, ambas de 30 de novembro, que tipificam as condutas praticadas contra ou por meio dos sistemas de informática.

Dados sobre a criminalidade cibernética não faltam. O “Norton Cybercrime Report”, realizado todos os anos pela Symantec, uma das líderes mundiais no fornecimento de soluções de segurança para sistemas de informática, é um dos estudos mais importantes do mundo sobre o assunto. O levantamento com data de 2012, por exemplo, colheu relatos pessoais de mais de 13.018 adultos, entre 18 e 64 anos, de 24 países. É desse trabalho que retiramos os dados que abrem esta reportagem.

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O levantamento traz, no entanto, muitas outras informações. Uma delas, por exemplo, é que cada vítima perde, em média, US$ 197, o que faz com que essa modalidade criminosa seja mais onerosa que as necessidades semanais de alimentos de uma família de quatro pessoas. No total, os custos globais do crime cibernético chegam a US$ 110 bilhões anuais. No Brasil, estima-se que, só no ano passado, mais de 28 milhões de pessoas tenham sido vítimas dessa ação delituosa.

Além do “Norton Cybercrime Report”, a Symantec executa um outro levantamento, o “Internet Security Threat Report”, ou “Relatório sobre Ameaças à Segurança na Internet”, traçado a partir de dados de uma rede que monitora a ocorrência de ataques em mais de 200 países e territórios, por meio de uma combinação de produtos e serviços da empresa, bem como fontes de informações de terceiros. “A última edição do relatório, lançada em 2012, mostra que o número de delitos desse tipo cresceu 36% em 2011 em relação a 2010”, relata André Carrareto, estrategista em segurança da Symantec para o Brasil. “Foram 4.597 por dia na rede analisada por nós.”

O Brasil, dizem, é o quarto maior do mundo no quesito “Fonte de Atividade Maliciosa”, atrás dos Estados Unidos, China e Índia. “Na América Latina, o país é seguido, no ranking, por Argentina, Colômbia, México e Chile”, destaca Carrareto. “Em um ano, a Symantec bloqueou 5,5 bilhões de ataques, um aumento de 81% em relação a 2010. No mesmo período, detectamos 403 milhões de variantes exclusivas de malware (programas maliciosos, como vírus ou cavalos de troia, instalados de forma ilícita e que põem o computador em risco), um crescimento de 41% em relação a 2010.”

 

Perdas bilionárias

No Brasil, um dos principais levantamentos sobre crime cibernético é realizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). No entanto, ele só cobre os delitos praticados contra os próprios bancos e seus clientes. Sua mais recente edição, divulgada em novembro passado, estima que as perdas das instituições bancárias nacionais devido a esse tipo de crime tenham alcançado no decorrer de 2012 a soma de R$ 1,4 bilhão. Segundo César Faustino, coordenador da Subcomissão de Prevenção a Fraudes Eletrônicas da entidade, esse valor é 6,7% menor que o aferido em 2011, quando os prejuízos causados por golpes em canais eletrônicos de atendimento ao cliente (telefone, internet, mobile banking, caixas eletrônicos, cartões de crédito e de débito) atingiram R$ 1,5 bilhão. “Cabe lembrar que o volume, embora expressivo, representa menos de 0,007% das transações bancárias”, esclarece a Febraban por meio de sua assessoria de imprensa.

O professor Sandro Melo, coordenador do curso de redes de computadores da BandTec, faculdade de tecnologia da informação do Colégio Bandeirantes, em São Paulo, tem outros dados, todos fornecidos pelo Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil, mantido pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), do Comitê Gestor da Internet no Brasil. “Em 2011, fechamos o ano com 399.515 incidentes, sendo 12,64% fraudes e, na maioria, delitos com o objetivo de ganhos financeiros”, diz. “Já em 2012, esse número ficou em 356.946 incidentes relatados, dos quais 11,5% foram catalogados como fraudes.”

Além de levantar dados e números, esses estudos, tanto os realizados por empresas globais como os elaborados no Brasil, também servem para apontar tendências e sinalizar para onde os criminosos cibernéticos estão voltando suas atenções e dirigindo seus ataques. O mais recente “Symantec Intelligence Report”, por exemplo, mostrou que, ao contrário do que se imagina, a principal informação procurada pelos delinquentes virtuais é o nome próprio da vítima e não suas senhas pessoais (que ficaram em segundo lugar) ou as informações financeiras (em nono).

Segundo Carrareto, isso está acontecendo porque grande parte dos serviços online tem estabelecido um maior número de restrições de segurança. “Então, os criminosos se apropriam das informações pessoais – nome e data de nascimento, por exemplo – como brecha inicial para confirmar outros dados e, assim, obter algum tipo de vantagem, seja ela financeira ou de outro tipo (tais como propagar calúnias pelas redes sociais)”, explica.

O levantamento da Febraban também confirmou mudanças na atuação dos fraudadores. Uma das estratégias típicas dos golpistas, o envio de trojans (“cavalos de troia”) que se instalam no computador do usuário e são usados para o roubo de dados pessoais, está perdendo espaço na preferência dos malfeitores. Eles estariam optando pelo phishing (uso de mensagens instantâneas, por e-mail ou SMS, que visam roubar dados da vítima) e pelo pharming (direcionamento para páginas falsas na internet, que simulam os sites oficiais de empresas ou bancos e extraem informações do usuário.)

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Fonte

Trecho retirado da  revista Problemas Brasileiros – Portal SESCSP

Confira o artigo completo aqui.

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BandTec promove Semana de Tecnologia

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Arquitetura de Tecnologia da Informação

Quinta edição da TechWeek BandTec conta com palestras e oficinas sobre diversas áreas da TI. Destinado aos alunos da instituição, o evento acontece de 29 de outubro a 01 de novembro.

A BandTec realiza a quinta edição da TechWeek, semana de palestras e oficinas desenvolvida com o objetivo de viabilizar o contato dos alunos com as novas tecnologias, por meio de profissionais e empresas de TI. O evento acontecerá das 19h às 23h, entre os dias 29 de outubro e 01 de novembro.

A TechWeek é uma atividade acadêmica oficial, que faz parte da grade curricular dos três cursos oferecidos pela BandTec – Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Banco de Dados e Redes de Computadores. Durante o evento, os estudantes terão a oportunidade de conhecer informações relevantes da sua área de estudo e, ainda, criar “networking” com os diversos profissionais que estarão presentes.

Esta edição contará com palestras sobre Windows Embbeded, MEAP (Mobil Enterprise Aplication Plataform), Certificações, Empreendedorismo e Incubadoras, Data Miring e Agile Method, além de oficinas sobre Aplicações para Android, Soluções Inovadoras utilizando IBM Cognos e IPv6.

Abaixo, a programação completa do evento.

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Bandtec em parceria no Microsoft IT Academy

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Arquitetura de Tecnologia da Informação

A Bandtec apresenta a placa que mostra a parceira da faculdade com a Microsoft no programa IT Academy, um modelo de aprendizagem global que conecta alunos a professores e oferece tecnologia Microsoft de última geração onde os alunos têm acesso a todo conteúdo do programa e softwares (com exceção do Office).

O programa Microsoft IT Academy é uma associação baseada em assinatura que inclui uma grade curricular, recursos de aprendizado online, preparação para certificação e muito mais, tudo voltado à obtenção do primeiro emprego e aprendizado duradouro.

A Bandtec junto com o programa auxilia os alunos a tornarem-se proficientes no uso das aplicações Microsoft e a conquistarem certificações em tecnologias Microsoft.

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