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Big Data & Analytics: uma visão geral deste profissional da TI

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Carreira de TI, Big Data & Analytics

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O conceito de Big Data pode ser resumido em quatro principais eixos, com os quais o profissional especializado terá que lidar em sua rotina de monitoramento e análise de dados, seja em ambiente público ou privado.

Plataformas com grandes volumes de informação, que muitas vezes necessitam ser subutilizadas, demandam o tratamento de dados em tempo hábil, para fornecer respostas até mesmo dentro de processos simultâneos. Assim, volume e velocidade são, respectivamente, o primeiro e segundo eixo.

A veracidade dos dados somada à variedade de estruturas e formatos – como áudio, imagem, vídeo e documentos, compõem os dois eixos restantes. A preocupação aqui, é ter informações consistentes e dominar todas as extensões de dados da atualidade.

Agora, foquemos no conceito de Analytics. É preciso saber gerir os dados com a máxima eficiência e extrair o significado de cada um deles, gerando valor para a organização. E para isso, é necessário deter um panorama estratégico e analítico dos processos, bem como uma postura baseada na liderança engajada.

Temos, então, cinco “Vs”: volume, velocidade, variedade e veracidade – Big Data – e  por fim, valor – Analytics.  O desafio geral do profissional que trabalha com Big Data & Analytics é dominar a informação, em seus níveis de coleta e extração, vinculando a visão de um verdadeiro cientista de dados.   

Formação ampla

Além da perspectiva analítica, uma formação focada em diversas competências da TI, é imprescindível para quem deseja ter uma carreira de sucesso.

A primeira competência é a inteligência artificial. A partir dela, é possível conhecer o funcionamento de máquinas de algoritmos, modelos compostos e conjunto de hipóteses. Isso permitirá a busca pela correlação em um mar de dados confusos que serão compreendidos facilmente, sem privilegiar a exatidão.

A segunda é a habilidade matemática, que possibilita o estudo de tendências e estatísticas para transformação desses dados em um conjunto de informações estratégicas para a corporação.

Big Data vs BI: quem é quem?

Enquanto BI pode ser definido como o cenário do conjunto de dados no passado, abrangendo aspectos como perfil, região, tempo e descrição,  o conceito de Big Data se restringe às predições que podem ser feitas das informações em determinado momento.  Dessa forma, BI é um dos produtos de Big Data.

A eficiência em Big Data dependerá dos algoritmos que o profissional implementará e da estratégia adotada para se ter insights sobre os dados.  O Analytics fica embutido dentro desse desempenho, assegurando a privacidade das informações e demonstrando as modelagens estatísticas.

Perfil do profissional de Big Data & Analytics

É importante frisar que, além dos volumes de dados não estruturados, há os algoritmos que fazem processamentos paralelos, entregando informações em tempo real. Com a tecnologia de armazenamento em nuvem – cloud computing – é possível, ainda, processar e acessar dados em vários lugares. 

Portanto, para se trabalhar com grandes volumes de informação é fundamental ter uma base sólida de recursos computacionais e tecnológicos, além de habilidade com processamento paralelo, modelagem automática, estatística e análise preditiva.

Uma formação com forte embasamento conceitual, e prática voltada para governança de dados, liderança e engajamento é o que irá diferenciar o profissional no mercado cada vez mais competitivo.

Desafio da profissão: Inteligência e Gestão

Segundo dados levantados pela Gartner, as organizações que construírem sistemas de gerenciamento de informação inovadores, irão superar seus pares financeiramente em 20%. Essa expectativa é para 2015, ou seja, para um futuro bem próximo.

E é por isso que quando se fala no profissional de Big Data & Analytics um aspecto merece destaque: a tomada de decisão.

De um modo resumido, pode-se dizer que as corporações que utilizam dados como combustível estão necessitando cada vez mais de profissionais com perfis transformadores, capazes de implementar práticas de autogestão.

É a visão analítica ocupando seu lugar, mais uma vez, nesse contexto que relaciona inteligência, decisão e ações inovadoras do cientista de dados. Logo, é preciso contar com uma formação como a da BandTec, que te proporciona tudo isso! Inscreva-se agora para o curso de pós-graduação em Big Data & Analytics, o mais completo do mercado!

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Depoimento de ex-aluno - Reynaldo Saburo Hoshino

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Carreira de TI, Big Data & Analytics, Pós-Graduação

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O ex-aluno do curso de pós-graduação em Big Data & Analytics, Reynaldo Hosino, gentilmente nos contou qual a sua percepção sobre o programa.

Reynaldo atualmente trabalha na Votorantim Cimentos, especificamente na área comercial e é responsável pela implantação e manutenção das ferramentas de BI, definindo diretrizes e implementando processos para garantir a governança, padronização e consistência dos dados e informações comerciais utilizadas por toda a companhia.

Confira abaixo o depoimento fornecido pelo Reynaldo:

Por que você escolheu o curso de pós-graduação em Big Data & Analytics?

Trabalhar com BI já não responde aos questionamentos da nova geração de gestores. Eles querem uma perspectiva com predição como resposta.

Com a evolução das aplicações, as organizações estão olhando com grande interesse para este novo conjunto de dados.

Diante disto, escolhi Big Data como uma oportunidade de desenvolvimento profissional.

Qual a sua avaliação geral do curso? O que você mais gostou?

Muito bom. O que mais achei interessante foi o Escritório de Projetos, onde você tem que aplicar tudo o que foi aprendido e descobre que o Big Data é um trabalho de equipe!

Você considera que após o curso o seu entendimento sobre o tema é melhor? Por que? E na sua vida profissional, você aplica o que aprendeu?

Sim, muito melhor. Descobri que ser um profissional de Big Data é muito maior que um profissional de BI, que um experiente analista de negócio, um excelente matemático e um ótimo programador. Ser um profissional de Big Data é ser um pouco de tudo ao mesmo tempo.

Profissionalmente, antes de terminar o curso, já estava implantando um Projeto de Big Data na empresa.

Quais habilidades você acredita que você mais desenvolveu no decorrer do curso?

Organização e planejamento, trabalho em equipe e "pensar fora da caixa".

Faça como o Reynaldo e torne-se um especialista em Big Data! Inscreva-se agora para o nosso curso de pós-graduação em Big Data & Analytics.

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Entenda por que o BI tradicional não é mais suficiente

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Carreira de TI, Big Data & Analytics, Profissões, Pós-Graduação

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Atualmente, as empresas precisam utilizar cada vez mais informações para auxiliar em seus processos decisórios. Isto depende de diversos fatores, e embora ferramentas de BI (Business Intelligence) forneçam recursos úteis para tal, estas não são mais suficientes. A tomada de decisões precisa de rapidez, e as soluções de Big Data vem contribuindo para agilizar este processo.

A principal diferença entre ambas é que no BI as informações analisadas refletem apenas o passado, necessitando de um profissional para, posteriormente, analisar e interpretar os dados. Já o Big Data propõe a inclusão de uma inteligência nas soluções, com análise de grandes volumes de dados em tempo real.

Segundo Reynaldo Saburo Hoshino, ex-aluno do curso de pós-graduação em Big Data & Analytics da Faculdade BandTec e responsável pela implementação de ferramentas BI na Votorantim Cimentos, "trabalhar com a visão tradicional de BI já não responde aos questionamentos e demandas da nova geração de gestores. Eles querem uma perspectiva, ou seja, entender o que aconteceu, mas ao mesmo tempo necessitam de uma predição como resposta".

Esta tendência vem revolucionando o cenário tecnológico mundial. As empresas que aplicam a inteligência correta, mais os recursos e ferramentas do Big Data podem obter informações e vantagens de negócios que, atualmente, são impossíveis de se obter apenas com o BI.

No entanto, o mercado carece de profissionais aptos a lidar com estas metodologias. Por sua vez, as empresas oferecem remunerações geralmente altas como estratégia de conquista e retenção. Uma interessante oportunidade de carreira se abre. Para quem quiser ingressar, é importante contar com uma formação que capacite o profissional de acordo com as exigências do mercado.

O curso de pós-graduação em Big Data & Analytics da Faculdade BandTec é o mais completo, com um conteúdo altamente técnico e aulas com projetos práticos, proporcionando aos alunos um grande networking com profissionais especializados. Aproveite e inscreva-se agora para o processo seletivo.

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Referências

http://www.bigdatabusiness.com.br/ferramentas-de-bi-sao-o-suficiente-para-o-sucesso-das-empresas/
http://computerworld.com.br/tecnologia/2014/11/04/qual-a-diferenca-entre-bi-e-big-data
http://www.inquesti.com.br/so-a-informacao-nao-e-o-suficiente-por-que

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O que o sucesso de House Of Cards deve ao Big Data?

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Big Data & Analytics, Pós-Graduação

Que Big Data é uma tecnologia utilizada por grandes corporações para análise do comportamento de seus clientes e para guiar decisões estratégicas das companhias, não há dúvidas. Neste artigo, vamos explorar alguns usos do Big Data Analytics e como a implementação desta tecnologia auxiliou o Netflix a tomar uma decisão estratégica.

O gigante de vídeos via streaming é reconhecido como um dos pioneiros no uso de Big Data e Analytics. Com a plataforma online, eles conseguem medir e coletar dados do comportamento de seus assinantes, utilizando plataformas NoSQL, para tomada de decisões que vão desde o que recomendar de conteúdo aos assinantes até quais séries originais lançar.

Mais do que medir a audiência de uma determinada série, o Netflix consegue identificar, por exemplo, quantos episódios foram assistidos, quais temporadas, quando o cliente pausou, voltou, avançou, qual foi a nota que ele deu à série, que dispositivo está utilizando, dados demográficos, localização, etc.

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Assim, conseguem saber quais os shows, atores, diretores, cenários e temas são mais requisitados pelos clientes e, com isto, investir em séries originais (que apesar de serem caras, trazem um retorno surpreendente em base de clientes).

Um ótimo exemplo seria a série House of Cards. A decisão de cria-la se deu baseada em dados históricos dos clientes através de Big Data. Ao analisar o perfil de comportamento dos melhores expectadores, aqueles que consomem muito conteúdo e são fiéis ao site, a empresa percebeu alguns padrões.

Um dos filmes mais assistidos (a Rede Social) foi dirigido por David Fincher, e após assistir este filme os usuários procuravam outros trabalhos do diretor. Adicionalmente, a versão britânica da série House of Cards (já antiga) estava com alta demanda (mesmo não havendo nenhum investimento de marketing), e os usuários que a assistiam também procuravam filmes com o ator Kevin Spacey.

Juntando estes três ingredientes, o Netflix decidiu relançar a série House of Cards, com o diretor David Fincher, e tendo como protagonista o ator Kevin Spacey. Indo além, a empresa decidiu investir em marketing de um jeito inovador. Ainda utilizando a tecnologia de big data, fizeram vários traillers diferentes, segmentando-os pelas preferências dos assinantes.

Digamos que, por exemplo, o usuário tem histórico de consumir filmes e séries com atores fortes no papel principal. Para estes clientes, o trailer é muito mais focado no ator Kevin Spacey. Já para o público em busca de atrizes fortes, o foco era na esposa do personagem principal, Claire Underwood. E finalmente, para os fãs do diretor da série, o trailer acaba sendo focado em cenas que são características dele.

Em uma entrevista ao site Gigaom, o VP de comunicação coorporativa Steve Swasey afirmou: “Nós estamos com alto nível de confiança na série House of Cards, os atores, diretores e produtores... Nós não gastamos milhões de dólares para fazer as pessoas assistirem a série. Ao invés disso, por meio dos nossos algoritmos nós encontramos quem pode estar interessado no Kevin Spacey, dramas políticos e dizer para eles: “Hey, talvez você queira assistir isso”.

Pode parecer simples, mas o processo é bem complexo. Segundo um pronunciamento do próprio Netflix, em seu blog, a plataforma coleta mais de 500 bilhões de eventos por dia, e quase 8 milhões de eventos por segundo nas horas de maior movimento (leia a matéria completa aqui). Ficou curioso para entender a topologia que a empresa usa? Clique aqui e confira a evolução das ferramentas e tecnologias usadas.

Portanto, dados e tecnologias são importantes no processo de tomada de decisão, porém o instinto e outros sentimentos humanos são fundamentais para a entrega de um produto ou serviço diferenciado. Assista a esta palestra do TED e veja como a Netflix e a Amazon tiveram resultados diferentes utilizando big data na escolha das melhores séries. 

Ainda existem muitos outros cases de sucesso realizados através de Big Data. Se interessou? Então conheça nosso curso de pós-graduação em Big Data & Analytics, com foco altamente técnico e que capacita profissionais para se diferenciarem nestas tecnologias de ponta.

Pós Graduação Big Data & Analytics

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Dez fatores essenciais ao sucesso dos projetos

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Carreira de TI, Big Data & Analytics, Escritório de Projetos

Muitos profissionais de TI concordam que o apoio dos principais gestores da companhia, uma clara definição de escopo e requerimentos, boa comunicação e os recursos adequados representam os principais ingredientes.

Esses não são os únicos fatores que influenciam as chances de sucesso de um projeto. Os executivos de TI também têm em mente que as iniciativas dependem de uma metodologia, atender às expectativas dos gestores e um grande conhecimento em gestão.

Recentemente, um grupo de 83 CIOs que participam de um grupo de discussões no LinkedIn criaram um guia com os fatores para que o projeto seja bem-sucedido.

Alguns dos fatores mencionados são óbvios, outros nem tanto. Acompanhe os principais itens discutidos:

1. Defina sucesso

Os profissionais só vão atingir o sucesso se souberem exatamente o que é esperado deles. O gerente de projetos globais da empresa Integra LIfeSciences, Steve Hawthorne, diz que é indispensável saber quais os objetivos de um projeto.

“É comum para nós, profissionais de TI, definirmos sucesso como a junção de metas, necessidade e orçamento atendidos”, diz. O executivo ainda afirma que, sim, esses são pontos importantes em um projeto. Mas vale lembrar que compreender a influência desses quesitos para a empresa é igualmente importante. Em outras palavras: saiba o quê, mas tente saber também por quê.

2. Popularidade não é tudo

Consultora de TI e líder de projetos, Bronnie Brooks, diz que, por várias vezes já teve de tomar decisões que a fizeram pouco popular entre os clientes, a gerência ou, mesmo, a equipe. Tudo isso para manter um projeto andando e atingir os resultados esperados. Em uma ocasião, por exemplo, teve de informar ao cliente que determinado recurso – esperado para o software encomendado – não poderia ser integrado ainda. O usuário teria de esperar pacientemente até o lançamento da versão seguinte.

Tomar decisões difíceis sobre onde alocar recursos no meio do andamento de projetos é, no mínimo, difícil. Gerentes de projetos também querem ser queridos, ao passo em que respondem pelo sucesso das empreitadas. Mesmo assim, não podem recuar ante a decisões críticas.

“Às vezes, a melhor decisão não é a mais popular”, diz Brooks, que emenda “mas é o que vai garantir que a projeto ande equilibrando a relação entre o esperado e o possível”.

3. Capacitar o usuário final e acompanhar o start-up

Uma questão óbvia ao sucesso do projeto é treinar os usuários para utilização das soluções. Em muitos casos, porém, a implementação de sistemas falha, não em função de entrega fora do prazo ou por estourar o orçamento, mas porque as pessoas não foram adequadamente treinadas.

“Quando a questão é aprimorar o uso do software, não existe “demais”. Certamente a maioria das soluções novas dão errado, por conta de usuários mal treinados”, afirma um gerente de TI, durante o encontro de CIOs realizado na Espanha.

4. Estabelecer atribuições e competências – de maneira clara e objetiva

Não é raro que pessoas envolvidas em um projeto, como gerentes, equipe de TI, comitês e patrocinadores não entendam exatamente quais são as atribuições individuais. Isso se dá em função da falta de esclarecimento prévio. A afirmação é do auditor de TI pertencente ao The Wood Group, Chet Ung.

Se, por exemplo, o comitê de gestão de um determinado projeto não souber qual a função dentro do projeto, jamais saberá o que é esperado dele. As pessoas têm o poder de mudar o rumo do projeto, e, nem sempre sabem disso. A conseqüência é uma contribuição deficiente, causada pela falta de informação.

“Atribuições e competências precisam ser claramente definidos e documentados. É a única maneira de evitar a confusão e de alcançar o nível de contribuição esperado de cada membro do projeto”, esclarece Chet Ung.

5. Fluxo de trabalho transparente

“Fluxos claros de trabalho não deixam espaço para as pessoas duvidarem qual o espaço em que estão  exatamente alocadas dentro da dinâmica do processo; o que vem antes e para onde vai aquilo no que estão envolvidas no momento”, diz a presidente da empresa norte-americana ProjectExperts, Stacy Goff.

Clareza no fluxo dos processos é um componente essencial quando o objetivo é gerar economia e incrementar qualitativamente todo o projeto. “Nada se compara à segurança de saber que o trabalho está sendo feito por pessoas capacitadas, e que haverá poucas correções a serem feitas naquilo que chega na escrivaninha ou na caixa de entrada. Quando sabe-se que o próximo a receber aquilo no que estamos trabalhando é alguém dedicado e com olhos perfeccionistas, costumamos nos esmerar em nossa tarefas”, diz Goff.

6. Gerenciar alterações no escopo de projetos

É comum que usuários finais de sistemas em desenvolvimento queiram implementar mudanças e alterar algumas nuances nas soluções. Mal sabem que alterações, mesmo que pareçam mínimas, podem ocasionar em modificações brutais no esquema do projeto, influenciando tanto em custo quanto em prazo para a entrega.

Acontece que, nem sempre, o gerente de projetos consegue entender a profundidade da alteração que três botõezinhos a mais na interface do sistema ocasiona no trabalho. “Essa falta de noção é especialmente acentuada nos casos de consultorias externas”, afirma o fundador da empresa de consultoria e de gerência de projetos Spivey & Co., Chris Spivey. Na tentativa de agradar a gregos e a troianos, a gerência de projetos, muitas vezes, aceita a inlcusão dos três botões no sistema. Quando são informados pelo departamento de design técnico que essa implementação vai custar ao projeto alguns preciosos meses de trabalho extra, a casa, literalmente, cai.

É essencial dispor de um processo para gerir mudanças em projetos que estejam em andamento. Nesse gerenciamento devem ser integrados os recursos de aprovação e veto às mudanças, avaliação do prazo exigido pelas alterações e definição de custos dos incidentes. De posse de rotinas dessa natureza, um gerente de projetos pode definir a profundidade do impacto de algumas mudanças caso a caso.

Também oferece ao cliente a oportunidade de reavaliar a necessidade da implementação dos três botões na interface.

Menos surpresa, mais eficiência.

7. Gerenciamento de risco

“A gestão de riscos é, sem a menor sombra de dúvidas, parte essencial de qualquer projeto, independentemente do tamanho”, afirma Goff, da ProjectExperts. De acordo com o profissional, o gerenciamento deve estar integrado em todas as etapas, de concepção a início até o dia do lançamento.

O que torna o gerenciamento de riscos vantajoso é o fato de oferecer ao gestor do projeto uma perspectiva do que pode dar errado. Também vale para deixar a equipe de desenvolvimento, o cliente e os demais envolvidos, esclarecidos acerca dos detalhes e do ritmo a ser adotado para a execução dos trabalhos.

 8. Documentação apropriada

Sem a documentação, as equipes podem não entender de maneira adequada quais funcionalidades e requerimentos técnicos estão atrelados aos recursos planejados para a configuração da solução em desenvolvimento. A ausência da documentação detalhada também implica em um desperdicio de tempo e de recursos na tentativa de acomodar as expectativas do cliente.

É um risco enorme para a equipe, dar andamento em projetos sem embasamento documentado e as metas esclarecidas.

A habilidade de evitar confusão é, para Chet Ung, um dos fatores que justificam a implementação de documentos referentes à execução dos projetos.

9. Controle de qualidade eficiente

Esforços para aferir a qualidade são aplicáveis nas instâncias de integração, de funcionalidade e em ensaios de stress. Não recebem a atenção devida, pelo fato da gerência de projetos não estar familiarizada com esse recurso, nem com suas diferentes vertentes. Em outros casos, à análise de qualidade é dedicado menos tempo  do que o necessário em função do ganho de tempo. A despeito do motivo, o resultado é sempre o mesmo: um software ou um hardware defeituosos – mais trabalho – menos satisfação.

“Ter um acompanhamento de qualidade eficiente é essencial”, diz Chet Ung. “É a única maneira de garantir a entrega de uma solução de acordo com o encomendado”, afirma.

O CTO da Richard Ivey School of Business, Peter Scheyen, recomenda execução de análises de qualidade em todas etapas, e o envio de versões de teste para os clientes. “Obter deles (usuários finais) um feedback sobre o programa é algo muito precioso, é uma das maneiras mais eficientes de reduzir o eventual risco do projeto não estar saindo de acordo com o esperado na outra ponta”, finaliza o profissional da escola londrina.

10. Governança

Segundo Chet Ung, a governança será responsável pela definição dos moldes dentro dos quais um projeto ou um programa devem ser gerenciados. “Ela também define a “linguagem” usada no desenvolvimento das soluções”, adiciona. “Com uma boa governança, o trabalho flui de maneira mais harmoniosa, mais eficiente”, diz.

Ausente, a governança dá ao projeto um ar de inconsistente, pouco confiável. A equipe de desenvolvimento, por exemplo, poderá trabalhar de acordo com um molde, enquanto os analistas de negócios trabalham com outras referências, levando o projeto inteiro de encontro ao fracasso.

fonte: ComputerWorld

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Você sabe o que é Big Data? A BandTec responde…

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Big Data & Analytics

O Big Data é um conjunto de recursos computacionais baseados em programação, algoritmos e buscas que permitem agregar todos os bancos de dados estruturados e os não estruturados – vídeo, imagens e textos -. Na hora em que você mistura tudo isso, vira um volume enorme de informações”, analisa Maurício Pimentel, Coordenador Geral da BandTec.

Assista o vídeo abaixo e entenda melhor o significado desta nova tecnologia e onde ela pode ser utilizada.

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BandTec reestrutura curso de Banco de Dados com foco em Big Data e Cloud Computing

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Big Data & Analytics, Cloud Computing, Banco de Dados

A BandTec, Faculdade de Tecnologia do Colégio Bandeirantes, anuncia a reestruturação da grade curricular de seu curso de Banco de Dados. As mudanças visam a incorporação de assuntos atuais no mercado de Tecnologia da Informação: Cloud Computing e Big Data. O objetivo é possibilitar que seus alunos desenvolvam habilidades em Business Intelligence (BI), com análise preditiva e, assim, ampliem suas possibilidades de atuação no mercado de trabalho.

“Dentre as alterações, está a inclusão de novas disciplinas que sustentam a frente de BI e Big Data, como estatística, indicadores de negócio e análise preditiva. Além delas, que abordam a infraestrutura necessária à implementação e disponibilização de recursos para computação em nuvens, houve a realocação das disciplinas de programação. Queremos que o aluno esteja apto a capturar e transformar os dados em informações estratégicas que agregam valor ao negócio da empresa”, comenta Edson França, coordenador do curso de Banco de Dados. Para isso, novas disciplinas passam a compor o curso de Banco de Dados, a partir do segundo semestre deste ano: infraestrutura e ambientes operacionais; metodologias de gerenciamento de requisitos e testes de software; arquitetura e implementação de soluções web; estatística e indicadores de negócio; análise preditiva; sistemas de armazenamento de dados; arquitetura e integração para sistemas de banco de dados; metodologias e modelagem de dados dimensional.

Com isso, após a conclusão do curso tecnólogo, o formando estará apto a: projetar modelos de dados e estruturas do banco de dados; implementar objetos estruturais  e de lógica no banco de dados por meio de SQL (Structured Query Language); garantir a integridade dos dados pela estratégia de segurança e recuperação; monitorar performance em termos de acesso, fragmentação e volume dos dados; aplicar a análise e predição de negócio por meio de indicadores de desempenho, planejamento e implementação de práticas de BI, Balanced Scorecard e Datawarehouse; e gerenciar projetos e serviços a partir das melhores práticas de mercado, tendo como referência   o PMI (Project Management Institute) e o ITIL (Information Technology Infrastructure Library).

“Nós, da BandTec, estamos sempre atentos às novidades e tendências do mercado de TI e, assim, abrimos um leque mais amplo de atuação para nossos egressos, incluindo cargos que vão além do tradicional”, completa França. Dentre as novas possibilidades profissionais, estão: analista de BI, desenvolvedor Front End (Cubo, Report, Dashboard), desenvolvedor ETL (Extract, Transform and Load), analista de Dados e analista de Qualidade de Dados.

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