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Dez fatores essenciais ao sucesso dos projetos

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Carreira de TI, Big Data & Analytics, Escritório de Projetos

Muitos profissionais de TI concordam que o apoio dos principais gestores da companhia, uma clara definição de escopo e requerimentos, boa comunicação e os recursos adequados representam os principais ingredientes.

Esses não são os únicos fatores que influenciam as chances de sucesso de um projeto. Os executivos de TI também têm em mente que as iniciativas dependem de uma metodologia, atender às expectativas dos gestores e um grande conhecimento em gestão.

Recentemente, um grupo de 83 CIOs que participam de um grupo de discussões no LinkedIn criaram um guia com os fatores para que o projeto seja bem-sucedido.

Alguns dos fatores mencionados são óbvios, outros nem tanto. Acompanhe os principais itens discutidos:

1. Defina sucesso

Os profissionais só vão atingir o sucesso se souberem exatamente o que é esperado deles. O gerente de projetos globais da empresa Integra LIfeSciences, Steve Hawthorne, diz que é indispensável saber quais os objetivos de um projeto.

“É comum para nós, profissionais de TI, definirmos sucesso como a junção de metas, necessidade e orçamento atendidos”, diz. O executivo ainda afirma que, sim, esses são pontos importantes em um projeto. Mas vale lembrar que compreender a influência desses quesitos para a empresa é igualmente importante. Em outras palavras: saiba o quê, mas tente saber também por quê.

2. Popularidade não é tudo

Consultora de TI e líder de projetos, Bronnie Brooks, diz que, por várias vezes já teve de tomar decisões que a fizeram pouco popular entre os clientes, a gerência ou, mesmo, a equipe. Tudo isso para manter um projeto andando e atingir os resultados esperados. Em uma ocasião, por exemplo, teve de informar ao cliente que determinado recurso – esperado para o software encomendado – não poderia ser integrado ainda. O usuário teria de esperar pacientemente até o lançamento da versão seguinte.

Tomar decisões difíceis sobre onde alocar recursos no meio do andamento de projetos é, no mínimo, difícil. Gerentes de projetos também querem ser queridos, ao passo em que respondem pelo sucesso das empreitadas. Mesmo assim, não podem recuar ante a decisões críticas.

“Às vezes, a melhor decisão não é a mais popular”, diz Brooks, que emenda “mas é o que vai garantir que a projeto ande equilibrando a relação entre o esperado e o possível”.

3. Capacitar o usuário final e acompanhar o start-up

Uma questão óbvia ao sucesso do projeto é treinar os usuários para utilização das soluções. Em muitos casos, porém, a implementação de sistemas falha, não em função de entrega fora do prazo ou por estourar o orçamento, mas porque as pessoas não foram adequadamente treinadas.

“Quando a questão é aprimorar o uso do software, não existe “demais”. Certamente a maioria das soluções novas dão errado, por conta de usuários mal treinados”, afirma um gerente de TI, durante o encontro de CIOs realizado na Espanha.

4. Estabelecer atribuições e competências – de maneira clara e objetiva

Não é raro que pessoas envolvidas em um projeto, como gerentes, equipe de TI, comitês e patrocinadores não entendam exatamente quais são as atribuições individuais. Isso se dá em função da falta de esclarecimento prévio. A afirmação é do auditor de TI pertencente ao The Wood Group, Chet Ung.

Se, por exemplo, o comitê de gestão de um determinado projeto não souber qual a função dentro do projeto, jamais saberá o que é esperado dele. As pessoas têm o poder de mudar o rumo do projeto, e, nem sempre sabem disso. A conseqüência é uma contribuição deficiente, causada pela falta de informação.

“Atribuições e competências precisam ser claramente definidos e documentados. É a única maneira de evitar a confusão e de alcançar o nível de contribuição esperado de cada membro do projeto”, esclarece Chet Ung.

5. Fluxo de trabalho transparente

“Fluxos claros de trabalho não deixam espaço para as pessoas duvidarem qual o espaço em que estão  exatamente alocadas dentro da dinâmica do processo; o que vem antes e para onde vai aquilo no que estão envolvidas no momento”, diz a presidente da empresa norte-americana ProjectExperts, Stacy Goff.

Clareza no fluxo dos processos é um componente essencial quando o objetivo é gerar economia e incrementar qualitativamente todo o projeto. “Nada se compara à segurança de saber que o trabalho está sendo feito por pessoas capacitadas, e que haverá poucas correções a serem feitas naquilo que chega na escrivaninha ou na caixa de entrada. Quando sabe-se que o próximo a receber aquilo no que estamos trabalhando é alguém dedicado e com olhos perfeccionistas, costumamos nos esmerar em nossa tarefas”, diz Goff.

6. Gerenciar alterações no escopo de projetos

É comum que usuários finais de sistemas em desenvolvimento queiram implementar mudanças e alterar algumas nuances nas soluções. Mal sabem que alterações, mesmo que pareçam mínimas, podem ocasionar em modificações brutais no esquema do projeto, influenciando tanto em custo quanto em prazo para a entrega.

Acontece que, nem sempre, o gerente de projetos consegue entender a profundidade da alteração que três botõezinhos a mais na interface do sistema ocasiona no trabalho. “Essa falta de noção é especialmente acentuada nos casos de consultorias externas”, afirma o fundador da empresa de consultoria e de gerência de projetos Spivey & Co., Chris Spivey. Na tentativa de agradar a gregos e a troianos, a gerência de projetos, muitas vezes, aceita a inlcusão dos três botões no sistema. Quando são informados pelo departamento de design técnico que essa implementação vai custar ao projeto alguns preciosos meses de trabalho extra, a casa, literalmente, cai.

É essencial dispor de um processo para gerir mudanças em projetos que estejam em andamento. Nesse gerenciamento devem ser integrados os recursos de aprovação e veto às mudanças, avaliação do prazo exigido pelas alterações e definição de custos dos incidentes. De posse de rotinas dessa natureza, um gerente de projetos pode definir a profundidade do impacto de algumas mudanças caso a caso.

Também oferece ao cliente a oportunidade de reavaliar a necessidade da implementação dos três botões na interface.

Menos surpresa, mais eficiência.

7. Gerenciamento de risco

“A gestão de riscos é, sem a menor sombra de dúvidas, parte essencial de qualquer projeto, independentemente do tamanho”, afirma Goff, da ProjectExperts. De acordo com o profissional, o gerenciamento deve estar integrado em todas as etapas, de concepção a início até o dia do lançamento.

O que torna o gerenciamento de riscos vantajoso é o fato de oferecer ao gestor do projeto uma perspectiva do que pode dar errado. Também vale para deixar a equipe de desenvolvimento, o cliente e os demais envolvidos, esclarecidos acerca dos detalhes e do ritmo a ser adotado para a execução dos trabalhos.

 8. Documentação apropriada

Sem a documentação, as equipes podem não entender de maneira adequada quais funcionalidades e requerimentos técnicos estão atrelados aos recursos planejados para a configuração da solução em desenvolvimento. A ausência da documentação detalhada também implica em um desperdicio de tempo e de recursos na tentativa de acomodar as expectativas do cliente.

É um risco enorme para a equipe, dar andamento em projetos sem embasamento documentado e as metas esclarecidas.

A habilidade de evitar confusão é, para Chet Ung, um dos fatores que justificam a implementação de documentos referentes à execução dos projetos.

9. Controle de qualidade eficiente

Esforços para aferir a qualidade são aplicáveis nas instâncias de integração, de funcionalidade e em ensaios de stress. Não recebem a atenção devida, pelo fato da gerência de projetos não estar familiarizada com esse recurso, nem com suas diferentes vertentes. Em outros casos, à análise de qualidade é dedicado menos tempo  do que o necessário em função do ganho de tempo. A despeito do motivo, o resultado é sempre o mesmo: um software ou um hardware defeituosos – mais trabalho – menos satisfação.

“Ter um acompanhamento de qualidade eficiente é essencial”, diz Chet Ung. “É a única maneira de garantir a entrega de uma solução de acordo com o encomendado”, afirma.

O CTO da Richard Ivey School of Business, Peter Scheyen, recomenda execução de análises de qualidade em todas etapas, e o envio de versões de teste para os clientes. “Obter deles (usuários finais) um feedback sobre o programa é algo muito precioso, é uma das maneiras mais eficientes de reduzir o eventual risco do projeto não estar saindo de acordo com o esperado na outra ponta”, finaliza o profissional da escola londrina.

10. Governança

Segundo Chet Ung, a governança será responsável pela definição dos moldes dentro dos quais um projeto ou um programa devem ser gerenciados. “Ela também define a “linguagem” usada no desenvolvimento das soluções”, adiciona. “Com uma boa governança, o trabalho flui de maneira mais harmoniosa, mais eficiente”, diz.

Ausente, a governança dá ao projeto um ar de inconsistente, pouco confiável. A equipe de desenvolvimento, por exemplo, poderá trabalhar de acordo com um molde, enquanto os analistas de negócios trabalham com outras referências, levando o projeto inteiro de encontro ao fracasso.

fonte: ComputerWorld

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Escritório de Projetos: uma maneira de efetivar a teoria de TI na prática

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Carreira de TI, Escritório de Projetos, Bacharelado

Quando  se  fala  no  cenário  de  Tecnologia  da Informação é comum se deixar levar por uma imagem que contempla teorias e mais teorias relacionadas ao universo da computação e suas vertentes.

Entretanto,  é  fundamental  abandonar  essa  imagem para  entender  que  não  existe  TI  sem  prática,  e o verdadeiro profissional da área deve compreender a importância de aplicar os conceitos teóricos no dia a dia do mercado de trabalho.

Uma das formas de permitir esse aprendizado na universidade é proporcionar ao estudante uma simulação do ambiente da empresa, permitindo a utilização do aprendizado de sala de aula para resolver problemas reais.

Para isso, na BandTec, os alunos contam com o Escritório de Projetos. Trata-se  de  um  ambiente inteiramente elaborado para aplicar todo o aprendizado de tecnologia e gestão de projetos, em um panorama que simula as condições reais dos núcleos empresariais.  Esse  novo  modelo  de aprendizagem, possibilita que o aluno tenha contato com a prática de TI em todos os semestres.  Contudo, vale ressaltar,  que o Escritório  de  Projetos  exige  uma  grande dedicação dos alunos já que seus esforços serão  focados  no  desenvolvimento de soluções, práticas e criativas, para os desafios apresentados.

Escritório de Projetos: uma maneira de efetivar a teoria de TI na prática

Entendendo os objetivos

O  Escritório  de  Projetos surgiu fora do ambiente acadêmico, nas maiores corporações do mundo, e também é conhecido como PMO, sigla para Project Management Office. Uma unidade organizacional que centraliza, planeja e conduz  todo o gerenciamento de projeto sob domínio da empresa.

O objetivo central é implementar uma estrutura de suporte  à  inovação,  onde  as  empresas  têm  a direção  de  TI  orientada  por  grandes  projetos.  Instituições como a BandTec se apropriaram desse modelo para inserí-lo no ensino superior com o objetivo de prover os pilares essenciais na prática engajada dos conceitos assimilados em  sala de aula.

Em  suma,  o  aluno  assume  um  papel de protagonista dentro de um grupo responsável pela condução do projeto (planejamento, desenvolvimento, produção e implementação), compartilhando suas competências e ações com  outros  membros (estudantes),  utilizando  suas  técnicas (Hard Skills) e seu domínio em relações humanas em nível comportamental (Soft Skills). A execução de todas as etapas  do  projeto  só  ocorrerá  se  houver  um somatório  das  habilidades  de  cada  um  em função  das  diretrizes  estratégicas  já  definidas.

Ao mesmo tempo em que integra conhecimentos e competências fundamentais para a formação de um profissional de TI, o Escritório de Projetos estimula o trabalho em equipe. A iniciativa, que  integra tecnologia, processos e pessoas, permite que o estudante ao ingressar no mercado de trabalho consiga solucionar problemas utilizando a experiência adquirida durante as atividades desenvolvidas na faculdade.

Dessa  forma,  o profissional finaliza o seu curso superior, de graduação ou pós-graduação, com um atestado de  suas  competências  e  com  uma  maturidade decisiva  para  a  evolução  de  sua  carreira  em Tecnologia da Informação.

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Scratch e Ferramentas

Postado por Equipe BandTec

Tópicos: Escritório de Projetos

O Scratch, é uma ferramenta desenvolvida pelo Lifelong Kindergarten Group, grupo que faz parte do Media Lab do Massachusetts Institute of Technology, MIT, oferece um ambiente inteiramente gráfico e bem amigável, o que sempre leva os alunos a querer desenvolver jogos. Normalmente são jogos simples, mas são jogos! 

Kinect Translator
PicoBoard
Jogos de Exemplo
Beta
 
Introdução

Durante o Scratch Conference 2012, fui apresentado a uma ferramenta bastante interessante, capaz de fazer a integração entre o sensor Kinect e o Scratch, chamada de Kinect 2 Scratch. É uma ótima ferramenta, e só resolvi desenvolver o Kinect Translator por dois motivos:
– Aparentemente o Kinect2Scratch não tem algumas opções que procurei
– Senti que o Kinect2Scratch poderia ser mais “leve” 

O Kinect Translator conecta-se ao Scratch através de uma conexão TCP/IP pela porta 42001, e só foi possível graças ao protocolo de rede aberto implementado pelo Scratch.

 
Passo a Passo

1 – Antes de conectar o sensor ao computador, verifique se você tem o Kinect for Windows Runtime v1.5 instalado. (Se preferir, pode instalar o Kinect for Windows SDK para desenvolver suas próprias aplicações com o Kinect!)

2 – Caso seu sensor possua um conector USB (Kinect for Windows), pode pular para o próximo passo, caso contrário, você precisará de um adaptador que permita a conexão entre o Kinect e o computador. O adaptador é conhecido como “Adaptador para Sensor Kinect”, “Fonte de Alimentação para Kinect”, “Xbox 360 Kinect Power Supply”, “Xbox 360 Kinect AC Adapter”…

Kinect Device

3 – Boa parte dos problemas que podem surgir nas próximas etapas estão relacionados às duas etapas anteriores. Conectar o Kinect ao computador requer cuidado e atenção… Pode funcionar de primeira como pode precisar que você reinicie o computador da primeira vez que plugar o sensor depois de ter instalado os drivers… Tudo depende! Uma boa dica para garantir que o sensor está devidamente conectado e funcionando, é olhar o “Gerenciador de Dispositivos” do Windows (Device Manager) e procurar pelos itens como mostra a figura ao lado.
Outra dica é que nem sempre a luz verde do Kinect precisa estar sempre verde para indicar que tudo está indo bem. Em algumas combinações de sistema/sensor, o Kinect está funcionando bem mesmo com a luz verde piscando. Se ele não tiver uma luz acesa, ou tiver uma luz acesa de outra cor, como amarelo ou vermelho, há algo errado. Tem mais! Se você estiver utilizando o adaptador externo, o Kinect pode não funcionar mesmo estando com a luz verde piscando/acesa. Certifique-se de que o adaptador está com sua luz também acesa!
Se tudo mais der errado, tente o site de suporte da Microsoft

4 – Com o Kinect já conectado e funcionando, é hora de abrir o Scratch e ligar sua comunicação com o mundo externo. Para isso, abra o Scratch e vá para a guia “Sensores” (Sensing) e clique com o botão direito sobre o bloco “valor do sensor” (sensor value) para exibir o menu de opções e então selecionar a opção “habilitar conexões do sensor remoto” (enable remote sensor connections), como mostra a figura abaixo:

Scratch Sensing

* Caso você tenha um firewall ou algum programa similar instalado no sistema, deve liberar o acesso do Scratch à rede.

5 – Execute o Kinect Translator. Assim que é executado, o Kinect Translator tentará se conectar automaticamente ao Scratch e ao Kinect. O programa não possui uma janela, ele fica executando em segundo plano, sendo controlado através de um menu de opções que é exibido quando seu ícone é clicado. Caso ocorra um erro, uma mensagem é exibida no meio da tela.

Kinect Translator Tray

Sempre que o ícone estiver verde, significa que o programa está transmitindo dados para o Scratch.

Kinect Translator Tray

* Caso você tenha um firewall ou algum programa similar instalado no sistema, deve liberar o acesso do Kinect Translator à rede.

6 – Para utilizar os dados enviados pelo Kinect Translator, basta utilizar os blocos “valor do sensor” (sensor value) com a parte do corpo desejada. Por questões de desempenho e clareza, o Kinect Translator não envia todas as partes do corpo para o Scratch, sendo que você deve configurar quais são as partes do corpo desejadas (veja o próximo passo).
Por exemplo, o código abaixo faz com que um personagem siga a mão direita do jogador, sumindo toda vez que o jogador sair da frente do sensor, e aparecendo de volta quando o jogador volta para a frente do sensor.

Scratch Sensors

* Caso os nomes das partes do corpo não apareçam na listagem do Scratch, pode ser que seja preciso mover-se um pouco na frente do sensor.

** O número no final do nome do sensor indica a qual jogador pertence aquele valor (o Kinect Translator permite enviar os dados de até quatro pessoas simultaneamente)

*** O sensor “Presente1″ indica se o jogador 1 está (1) ou não (0) na frente do sensor (“Presente2″ para o jogador 2 e assim por diante…)

**** A mensagem “Presente1″ é anunciada toda vez que o valor do sensor “Presente1″ é alterado (idem para “Presente2″ e assim por diante…)

7 – Para configurar quais partes do corpo devem ser enviadas, deve-se selecionar a opção “Editar arquivo de configuração…”. O arquivo de configuração tem aproximadamente essa aparência:


PlayerCount=1

MinX=-240
MaxX=240
MinY=-160
MaxY=160
MinZ=0
MaxZ=400

 

Language=pt_BR


CenterHip=
Spine=
CenterShoulder=XY
Head=
LeftShoulder=XY
LeftElbow=
LeftWrist=
LeftHand=XY
RightShoulder=XY
RightElbow=
RightWrist=
RightHand=XY

PlayerCount indica quantos jogadores estarão presentes (1, 2, 3 ou 4).

MinX, MaxX, MinY, MaxY, MinZ e MaxZ indicam os limites dos valores que são transmitidos pelo programa. Os valores X e Y mostrados foram calibrados para que fiquem dentro dos limites da tela do Scratch. O valor Z mostrado foi calibrado para representar a distância em centímetros entre o jogador e o sensor.

A opção Language permite que você selecione em qual idioma o KinectTranslator funcionará. Por padrão a configuração vem o valor pt_BR, mas você pode alterar para qualquer outro idioma, desde que o idioma tenha seu arquivo de tradução devidamente criado (por padrão o Kinect Translator suporta apenas en e pt_BR).

Por fim, as opções com nomes de partes do corpo especificam quais coordenadas daquela parte devem ser enviadas para o Scratch. Pode ser uma combinação qualquer de X, Y e Z, como XY, XYZ, Y, X, e assim por diante. Caso esteja vazio, nenhuma coordenada será enviada para aquela parte do corpo.

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